Einige Texte von Liedern die in der Roda gesungen werden.

 

 

 

 

 

Capoeira que vem da Bahia - d.p

 

Capoeira que vem da Bahia, da cidade de São Salvador

Hoje eu mando um abraço pra ela e digo pro meu amor

Que hoje eu tô pra morrer de saudade, capoeira não voltou

Capoeira que meu mestre ensinou, o dinheiro não pode pagar

Capoeira não tem dia, nem tem hora pra jogar

Capoeira é no pau, no pé e na mão/É na ponta da faca é no facão (coro)

Capoeira é no pau, no pé e na mão/É na ponta da faca é no facão (coro)

Tico-Tico canta no mato, sabiá na laranjeira

Nunca vi roda de samba, oiaiá, sem jogo de capoeira

Capoeira é no pau, no pé e na mão/É na ponta da faca é no facão (coro)

 

Besouro preto – Mestre Mão Branca

 

Em Santo Amaro

Pelas bandas da Bahia

Besouro era falado pela sua valentia

Negro valente, era forte com touro

Usava brinco de ouro

Lenço preso no pescoço

Trazia seu berimbau e uma navalha no bolso

Besouro Preto foi falado na Bahia

Temido em Santo Amaro pela sua valentia

Besouro êhhhh, Besoura ahhhh

Besouro Preto, Besouro de Mangangá

Besouro êhhhh, Besoura ahhhh (coro)

No mundo inteiro

Não há que não ouviu falar

Besouro êhhhh, Besoura ahhhh (coro)

 

Apanha a laranja no chão tico-tico - d.p


Apanha a laranja no chão tico-tico

Quebre-me a cara, o dinheiro eu fico

Apanha a laranja no chão tico-tico (Coro)

Não é com a mão, nem é com o pé, é com o bico

Apanha a laranja no chão tico-tico (Coro)

Se meu amor for embora eu não fico

Apanha a laranja no chão tico-tico (Coro)

Minha toalha é de renda, é de bico

Apanha a laranja no chão tico-tico (Coro)

 

Capoeira Capu - d.p

 

Capoeira Capu

Maculelê, Maracatu (Coro)

Capoeira Capu

Maculelê, Maracatu (Coro)

Meu filho quando nascer vou perguntar pra parteira

O que é que o meu filho vai ser

O meu filho vai ser capoeira

Capoeira Capu

Maculelê, Maracatu (Coro)

 

A manteiga derramou - d.p

 

Vou dizer a meu sinhô/Que a manteiga derramou

E a manteiga não é minha/E a manteiga é de ioiô

[refrão]

A manteiga é de ioiô/Caiu na água e se molhou

[refrão]

A manteiga é do patrão/Caiu no chão e derramou

[refrão]

 

Aí, ai, ai, ai, Doutor - d.p

 

Ai, ai, ai, ai, doutor,

Velejando no mar eu vou, eu vou

Ai, ai, ai, ai, doutor,

Navegando no mar eu vou eu vou,

Ai, ai, ai, ai, doutor,

Berimbau tá tocando,

E a roda formando,

Eu sou capoeira,

Me chama que eu vou

Ai, ai, ai, ai, doutor,

Velejando no mar eu vou, eu vou

Ai, ai, ai, ai, doutor,

Navegando no mar eu vou eu vou,

 

Abalou capoeira, abalou. - d.p


Abalou capoeira abalou, o abalou vem abalar.

Abalou capoeira, abalou.

E abalou vem abalar.

Abalou capoeira, abalou./E abalou vai abalar.

 

Capoeira jogo praticado - d.p

 

E meu mano, o que foi que tu viu lá

Eu vi Capoeira matando, também vi Maculelê /Capoeira

E jogo praticado na terra de São Salvador /Capoeira

E jogo praticado na terra de São Salvador

Sou discípulo qui aprende, sou mestre qui da lição

Na roda de Capoeira, nunca dei um golpe em vão/Capoeira

E jogo praticado na terra de São Salvador/Capoeira

E jogo praticado na terra de São Salvador

Manoel dos Reis Machado, ele e fenomenal

Ele e o mestre Bimba, criador da Regional /Capoeira

E jogo praticado na terra de São Salvador /Capoeira

E jogo praticado na terra de São Salvador

Capoeira e luta nossa, da era colonial

Nasceu foi na Bahia, angola e Regional /Capoeira

E jogo praticado na terra de São Salvador /Capoeira

E jogo praticado na terra de São Salvador

 

É da nossa cor – Mestre Mão Branca


Aue aue aue-e lele lelele lelelo

Aue aue aue-e lele lelele lelelo

 

Ta no sangue e na raça Brasileira, Capoeira /É da nossa cor

O berimbau /É da nossa cor

O pandeiro /É da nossa cor

O atabaque /É da nossa cor

O reco-reco /É da nossa cor

O agogô /É da nossa cor

 

É defesa ataque - d.p

 

Capoeira/É defesa ataque/é ginga de corpo/é malandragem

repete

O maculelê é a dança do pau

Na roda de capoeira quem comanda é o berimbau

Capoeira!

É defesa ataque/é ginga de corpo/é malandragem

 

Faca de tucum - d.p


Faca de tucum matou Besouro Mangangá

Faca de tucum matou Besouro Mangangá

Diz a história, que mataram seu Besouro

foi na Bahia, Santo Amaro em Salvador

morreu deitado dentro de rede de corda

de nada valeu mandinga da traição não se salvou.

Faca de tucum matou Besouro Mangangá

Faca de tucum matou Besouro Mangangá

Corpo fechado, magia com reza forte

na vida não levava lição de ninguém

cordão de ouro, também chamado Besouro

hoje joga capoeira com os mestres do além

Faca de tucum matou Besouro Mangangá

Faca de tucum matou Besouro Mangangá

Dormi sonhando com o berimbau tocado

vejo uma roda com Besouro e Paraná

fico lembrando desses mestres do passado

sinto um desejo danado de capoeira jogar.

Faca de tucum matou Besouro Mangangá

Faca de tucum matou Besouro Mangangá

 

Educação na capoeira – Mestre Mão Branca

 

De que adianta ter estudo? /De que adianta ter estudo?

Se eu posso me comparar /pois eu também sou doutor

nessa arte popular /Eu pego meu berimbau

o atabaque e o pandeiro /E me jogo nesse mundo

prá aprender ser mandingueiro /E vocês que são formados

que dizem ter educação /Às vezes vocês não vêem

o que eu presto atenção /Vejo crianças sendo mortas

e jogadas no porão /O que elas pegam prá comer

é o que você joga no chão /Pois a minha educação

não foi a escola quem me deu /quem me deu foi a capoeira

Hoje eu agradeço a Deus /Adeus escola, meu mano /berimbau tá me chamando

 

Ia Ia Io Io - d.p

 

Menino com quem tu aprendeu

Menino com quem tu aprendeu

Aprendeu a jogar Capoeira aprendeu

 

Quem te ensinou já morreu

Quem te ensinou já morreu

0 seu nome esta gravado

Na terra onde ele nasceu

Salve o Mestre Bimba

Salve a ilha de Maré

Salve o Mestre que me ensinou

A mandinga de bate com o pé

 

Mandingueiro cheio de malevolência

Era meu mestre ligeiro

Jogava conforme a cadencia

Do toque do berimbau

Salve o Mestre Bimba

Criador da Regional

 

Salve o Mestre Bimba

Criador da Regional

 

laiàioiô

laiàioiô

laiàioiô

 

Aprendeu Meia-lua aprendeu

Martelo e Rabo de Arraia

Jogava no pe da ladeira

Muitas vezes na beira da praia

Salve São Salvador Salve a

Ilha de Maré

Salve o Mestre que me ensinou

a mandinga

De bater com o pé

 

Toda Bahia chorou - d.p

 

Toda a Bahia chorou

Toda a Bahia chorou

No dia que a capoeira de angola perdeu seu protetor

Mestre Pastinha foi embora

Oxalá que o levou

Lá pras terras de aruanda

mas ninguém se conformou

chorou general menino

chorou mocinha doutor

preta velha feiticeira

e o grande babalaô

Berimbau tocou iúna

Num toque triste de morte

a capoeira foi jogada

ao som da triste canção

Da boca do mandingueiro

de dentro do coração

Mas não houve na Bahia

quem não cantasse esse refrão

Mas não houve na Bahia

quem não cantasse esse refrão

Iê, vai lá menino

mostre o que o mestre ensinou

Mostre que arrancaram a planta

mas a semente brotou

E se for bem cultivada

dará bom fruto

e bela flor

 

Ai, ai, ai dê

Mestre Pastinha, eu cantei prá você

 

Povo de Luanda – Mestre Mão Branca

 

Ai negro rezava /Pedindo paz a Deus do céu

e na prece ele chorava /dizendo que a vida era cruel

Acorrentado na senzala /se ajoelhava ao chão

Muitas vezes lamentava /Não entendia a razão

de todo aquele sofrimento /de tanta judiação

Povo de Luanda /um dia lutou e venceu

Conquistou sua liberdade /que ele sempre mereceu

Negro era castigado /pelo chicote do feitor

olhando a ferida ele chorava /sentindo sozinho a sua dor

Trabalhava sem parar /preso no canavial

naquele tempo ele era visto /como outra espécie de animal

Povo de Luanda /um dia lutou e venceu

Conquistou sua liberdade /que ele sempre mereceu

Negro foi muito valente /ao fugir de seu senhor

na esperança de liberdade /nas matas se refugiou

Povo de Luanda /um dia lutou e venceu

Conquistou sua liberdade /que ele sempre mereceu

No quilombo dos Palmares /cantava junto uma nação

Salve, salve o Rei Zumbi /Viva o fim da escravidão

Povo de Luanda /um dia lutou e venceu

Conquistou sua liberdade /que ele sempre mereceu

 

Louvor a Pastinha (Tony Vargas)


"Certa vez, perguntaram a seu Pastinha o que era a capoeira.

Mestre velho e respeitado, ficou um tempo calado, revirando a sua alma,

se virou e respondeu com calma em forma de ladainha

'A capoeira é um jogo, é um brinquedo,

é se respeitar o medo e dosar bem a coragem.

é uma luta, é manha de mandingueiro,

é o vento no veleiro,

é lamento na senzala.

Um berimbau bem tocado

O riso de menininho

A capoeira é vôo de um passarinho

é bote de cobra coral

Sentir na boca

Todo o gosto do perigo

E sorrir para o inimigo

Apertar a sua mão

é o grito de Zumbi

Ecoando no Quilombo

é se levantar de um tombo

Antes de tocar o chão

é o ódio

E a esperança que nasce

O tapa que explodiu na face

foi arder no coração

é enfim

Aceitar o desafio

Com vontade de lutar

Capoeira é um pequeno navio

Solto nas ondas do mar'"

 

Capoeira na Lagoa – Mestre Mão Branca

 

Capoeira quando vem lá da lagoa

Cuidado moço com o balanço da canoa

 

Ô capoeira faça tudo que quiser

Só não maltrate o coração dessa mulher

 

Ô capoeira quando vem lá das Gerais

Cuidado moço com o balanço do rapaz

 

 

 

Meu orgulho – Prof. Eros e Passarinho

 

O meu orgulho é ver meu mestre jogar/ Quando ele joga é aquela euforia

É tanta gente querendo chegar/ Esta é a minha alegria

 

Não mexa com o velho/ Que ele é mandingueiro

Não desafie seu mestre/ Que é falta de respeito

Quem não tem o segredo/ Não pode ensinar

Tem que ser discípulo/ Para mestre chegar

 

Refrão

 

Irmão ou amigo/ Um bom companheiro

Um pai sempre forte/ Em todos os conceitos

Por nosso Pastinha/ Ou Mestre Bimba

Fará sacrifícios / Mãe, viva a capoeira.

 

Amor de capoeira - Mestre MãoBranca

 

É difícil perder/ e até superar

Quando o amor vai embora / Faz o capoeira chorar

Ela foi / Foi-se embora

Pra onde / Eu não sei

Eu só sei / Que ela foi

Uma mulher que amei

Mas aí tem o ditado/ De domínio popular

Passar ou passar mal/ Tudo na vida é um passar

O le lê O le lê

O le lê O la la

Quando o amor vai embora/ Faz o capoeira chorar

Passar bem ou passar mal/ Tudo na vida é um passar

O le lê O le lê

O le lê O la la

Hoje tenho consciência daquilo que Deus me deu

Entendi com coerência/ Foi ela quem me perdeu

O le lê O le lê

O le lê O la la

 

Aidê, negra africana – Mestre Mão Branca

 

Aidê era uma negra africana/Tinha magia no seu cantar

Tinha os olhos esverdeados/E sabia como cozinhar

Sinhozinho ficou encantado/Com Aidê ele quis se casar

Eu disse: Aidê não se case/Vá pro quilombo pra se libertar

Aidê, foge pra camugerê./Aidê, foge pra camugerê.

No quilombo de camugerê/Liberdade Aidê encontrou

Juntou-se aos negros irmãos/Descobriu um grande amor

Hoje Aidê canta sorrindo/Ela fala com muito louvor

Liberdade não tem preço/O negro sabe quem o libertou

Aidê, foge pra camugerê./Aidê, foge pra camugerê.

Sinhozinho que disse então/Com o quilombo eu vou acabar

Se Aidê não se casa comigo/Com ninguém ela pode casar

Aidê foge pra camugerê./Aidê foge pra camugerê.

Chegando em Camugerê/Sinhozinho se surpreendeu

O negro mostrou uma arma/Que na senzala se desenvolveu

O negro venceu a batalha/No quilombo Sinhozinho morreu

Aidê, foge pra camugerê./Aidê, foge pra camugerê.

 

 

 

Igreja do Bonfiim - d.p

 

Igreja do Bonfiim

Mercado modelo

Lagoa do Pelourinho

A baixa do sapateiro

Por falar em Rio Vermelho

Eu me lembrei foi do terreiro

Igreja de São Francisco

A Praça da Sé

Onde ficam as baianas

Vendendo acarajé

Por falar em Itapoan

E Lagoa do Abaeté

Camaradinha

Iê viva MeuDeus

Iê viva Meu Mestre

Iê quem me ensinou

Iê a capoeira

 

 

 

Negro Ilê – Mestre Mão Branca

 

Diga lá menino velho/ Do jeito que me contou

Como se faz essa ginga/ Como é que nego escapou

Se é maldade ou se é brinquedo/ De um tempo que já passou

Diga lá menino velho/ Oi me diga quem te ensinou

É nego ilê, é nego ilê/ Ilê, ilê, lele

É nego ilê, é nego ilê/ Ilê, ilê, lele

Meu senhor toma cuidado/ Não sei bem como é que é

Não sei de que lado veio/ Se é de angola ou de Guiné

Eu só sei que esse nego/ Pode lhe matar com o pé

 

Refrão

 

Meu patrão manda recado/ Pra fazenda e pro grotão

Reúne todos os soldados/ Vê se avisa o capitão

Que é pra ele ir bem armado/ E levar seu batalhão

Negro é bruxo da senzala/ E não quer ser escravo não

 

Meu berimbau camará - d.p

 

Prepara o arame/ Enverga a madeira de jequitibá

Traz a moeda cabaça, o caxixi da feira/ Que eu quero jogar

 

Meu berimbau ee/ Meu berimbau camará

Ele é enfeitado com laços de fitas e conchas do mar

 

Eu encanto o sereno/ Disfarço o veneno

Venço a solidão/ Rezo São Bento grande

São Bento pequeno/ Conforme a razão

Na roda o medo nos fala/ Moleque aprende a lição

Coragem nunca se cala/ Vence quem tem coração

Com o pé na senzala negro se ajoelha fazendo oração

 

Meu berimbau eê/ Meu berimbau camará

Ele é enfeitado com laços de fitas e conchas do mar

 

Vem menina vem/ Descendo a ladeira

No cais dourado vai ter capoeira pra jogar

Dança morena faceira/ Vagueia na beira domar

Nego vem de zonzeira vem da gameleira/ Chegou pra jogar

 

Na Bahia tem - d.p

 

Na Bahia tem/ Vou mandar buscar

Bimba e Pastinha

E Besouro Mangangá

Na Bahia tem/ Vou mandar buscar

Berimbau ligeiro

 

E ferro de engomar

 

Luanda ê - d.p

 

Luanda ê pandeiro

Luanda ê Pará

Teresa samba deitada

Idalina samba em pé

Oh lá no cais da Bahia

Na roda de capoeira

Não tem lelê não tem nada

Não tem lelê nem lalá

Oh Lala e laela

O lelê (coro)

 

Para roda capoeira (Mestre Itapoan)

 

Para roda capoeira/ Para vai ter que parar

Eu não paro/ já disse que não

Eu só paro esta roda/ Se o Mestre mandar

 

Ai eu jogo capoeira/ Aqui e em qualquer lugar

O meu Mestre foi Seu Bimba/ Criador da regional

 

Refrão

 

Dou martelo, vingativa/ Dou tesoura e coisa e tal

Esse é o jogo de Seu Bimba/ Esse é o jogo regional

 

Refrão

 

Meu amigo toca uma iúna/ Mas não jogue assim fechado

Isso não é jogo pra moleque/ É um jogo pra formado

 

Ajuda eu berimbau (Toni Vargas)

 

Ajuda eu berimbau/ Ajuda eu a cantar (repete)

Preto velho no tempo do cativeiro

Trabalhava o dia inteiro/ Na senzala a matutar

Uma maneira de domingo no terreiro/ Capoeira em sua dança ocultar

 

Refrão

 

Negro africano que é de sangue nosso irmão

Em terras brasileiras virou a capoeira

Pra sua libertação

E na província quiseram ela acabar

Mas como um broto de cana

Brotou e voltou a plantar

 

Saudade do capoeira - d.p

 

A saudade/ No coração do capoeira

É igual a uma rasteira/ Faz o berimbau parar

Entãovai tocar um toque de angola

Onde o capoeira chora/ Mesmo sem querer chora

Aí se vê/ O lamento de um guerreiro

Sem rumo sem paradeiro/ O poeta que aparece

Ele se esquece/ Que é forte e perigoso

Tira o lenço do pescoço/ E joga um verso no ar

E diz amor/ Por favor espere um pouco

Não vá me trocar por outro

Eu vou ali já volto já (coro)

Que de amor tou quase louco

 

Chora meu cativeiro - d.p

 

Chora meu cativeiro/ Meu cativeiro meu cativerá (repete)

Você diz que preto é feio/ Preto tem uma linda cor

Com preto você escreve/ Cartinha pro seu amor

Refrão

Quando for falar de preto/ Fale com educação

O defeito não é ser preto/ O defeito é ser ladrão

Refrão

A mulher pra ser bonita/ Não precisa se pintar

A pintura vem do cão/ A beleza Deus quem dá

 

Cor de mistério (M. Mão Branca)

 

Oi Nagô é uma cor de mistério

De mistério (coro)

Uma cor de luar

De luar (coro)

 

Olé lê lê lê lê lê lê oo

Lê lê o

O lê lê lê lê lê lê a

Lê lê a

 

Veio da África trazido pra cá

Foi pra cá (coro)

Trabalhou e aprendeu sem parar

Sem parar (coro)

 

Refrão

 

Hoje o negro é cultura popular

Popular (coro)

Tá no gingado, no gesto e no olhar

No olhar (coro)

 

Me dá meu dinheiro - d.p

 

Oi me dá meu dinheiro

Oi me dá meu dinheiro valentão

Oi me dá meu dinheiro valentão

Que no meu dinheiro ninguém põe a mão

 

Marinheiro só - d.p

 

Eu não sou daqui

Marinheiro só

Eu não tenho amor

Marinheiro só

Eu sou da Bahia

Marinheiro só

De São Salvador

Marinheiro só

Oh marinheiro, marinheiro

Marinheiro só

Quem me ensinou a nadar

Marinheiro só

Foi o tombo do navio

Marinheiro só

Ou foi o balanço do mar

Marinheiro só